
25 abril 2008
13 abril 2008
EUROPA: À ESPERA DE VISIONÁRIOS II

05 abril 2008
I LOVE THIS COUNTRY

Primeira: Valter Lemos, questionado por jornalistas, à margem IX Fórum da Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo, afirmou que «há uma campanha orquestrada contra a escola pública». Quando lhe foi perguntado quem estaria por detrás dessa campanha, lacónico como convém, respondeu: «Eu só vejo as vossas notícias, é isso que eu vejo, vocês é que saberão[1]».
Reparo agora que, além da tsf, parece que mais ninguém deu relevo às palavras do secretário. Será que começam a não o levar a sério?
Segunda: Arredores de Lisboa. Num estabelecimento comercial com mini-mercado e café contíguos, o proprietário, no café, ouve um ruído estranho no mini-mercado que, àquela hora, se encontrava já fechado. Pé ante pé, caminha para a fonte de ruído e, qual não é o seu espanto, apanhou o ladrão com a mão na caixa registadora. Manietou-o e chamou a polícia que o levou preso. O insólito da história viria uns dias depois em forma de intimação do tribunal. O assaltante processou o assaltado por ofensas corporais.
Por hoje chega. Estas coisas são extraordinárias mas exigem muito da gente. Vou-me entreter com algo mais “leve”. Vou ver se encontro o novo livro da Marta Crowford. Pela amostra promete.
[1] Espero que os “patifes” dos jornalistas deitem cá para fora tudo o que sabem.
01 abril 2008
SAIU-ME A TALUDA!

Finalmente, as nossas preces – ou cânticos, já não sei –, surtiram efeito. A agência Lusa informa que a carta de demissão da Ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, está já sobre a mesa de trabalho do primeiro-ministro. E diz mais, Sócrates estará inclinado a aceitá-la. Depois do desgaste causado no governo, tanto pela titular da pasta da educação, como por todas as notícias negativas com ela relacionadas o primeiro-ministro terá confidenciado aos seus mais próximos colaboradores que a decisão mais acertada será aceitar o pedido da ministra.
Hoje, quando for para as aulas, irei, ainda, com mais vontade. Se os alunos me perguntarem as razões da minha súbita alegria, dir-lhes-ei que me saiu o euro-milhões.
Hoje, quando for para as aulas, irei, ainda, com mais vontade. Se os alunos me perguntarem as razões da minha súbita alegria, dir-lhes-ei que me saiu o euro-milhões.
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